quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

QUANDO O FATO É CHATO... CRIEI OUTRA VERSÃO

O chefe não estava em casa quando os subordinados foram à despensa. Descobriram nas prateleiras mantimentos desorganizados - ninguém sabia quanto tinha, nem o que tinha - eram latas e mais latas, frascos e mais frascos, litros e galões. Alguns poucos queriam organizar, outros queriam usar e mais outros decidiram vender as "sobras". E venderam.

Quando o chefe chegou notou algo diferente. Porém inconsequente, não deu valor a imagem. Alguém lhe avisou de agiotagem, traquinagem, malandragem e ele não avaliou. Mas a despensa não era dele - era dos que vivem na grande casa e contribuem para encher os recipientes - e só quis saber se  sua prateleira havia sido preservada.

Ele era o chefe (todo poderoso - título dado por Maquiavel) e seus conselheiros e subordinados ameaçaram culpá-lo do ocorrido. Ele, desprecavido, não soube desfazer a teia. Olhou no relógio e conferiu: 47 do segundo tempo, 1 x 0 para seu time; partida ganha...

Os que vivem na casa grande estão tontos, nunca tinham olhado a despensa, só sabiam que ela existia. Trabalham pra comprar  sua comida e bebida, vestuário e o que mais lhe permite a remuneração.

Conivente e incompetente, o chefe tá pagando pra ver, pois já não depende da aprovação dos outros todos - que também, apáticos - estão expectadores.

Continua chato este fato... não gostei da minha versão!

Faça a sua versão. Sugiro que o personagem "chefe" seja feminino e nomine os mantimentos, aí a versão pode ficar bem melhor ou até tenha um final correto e feliz... (quem sabe!).

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