Lembro que há alguns natais atrás escrevi algo sobre “vende-se
espírito natalino”, onde falava sobre a falta de solidariedade e consumismo.
Era já sintoma da minha falta do tal espirito. Hoje lembrei os natais da minha infância. Fazíamos ninhos de
barba-de-pau embaixo da árvore de natal – que era um galho de pinheiro (araucária)
enfeitado com coisas que meus irmãos produziam a partir de embalagens de
bombons e outros poucos enfeites que apareciam por lá – esperávamos ansiosos pelos
presentes. E o que eram? Algumas poucas balas e alguns chocolates baratos. Mas
era maravilhoso, do tamanho da bicicleta ou do tablet que ganhamos hoje.
Dou-me conta de que não é o tamanho do presente que importa e sim o que ele representa e as circunstâncias que o recheiam. Continuo com quase nenhum espírito natalino e começo a traduzir isso como a falta de significados em que meus natais se transformaram.
Sei que não estamos lendo novidades, é apenas uma reflexão. O romancista Thomas Hardy, do Reino Unido, conhecido pelo seu pessimismo (quero crer que não sentia o “espírito natalino”), certa vez escreveu: “A medida da vida deveria ser proporcional à intensidade da experiência mais do que à sua duração”. Eis que Jesus Cristo durou apenas 33 anos.
Vamos tentar um exercício para buscar o Espírito Natalino: neste Natal dê um único presente, que não seja clichê, a quem você tenha certeza que não espera. Observe o tamanho da felicidade de quem recebeu e espere um bom abraço de Feliz Natal!
Era já sintoma da minha falta do tal espirito.
Dou-me conta de que não é o tamanho do presente que importa e sim o que ele representa e as circunstâncias que o recheiam. Continuo com quase nenhum espírito natalino e começo a traduzir isso como a falta de significados em que meus natais se transformaram.
Sei que não estamos lendo novidades, é apenas uma reflexão. O romancista Thomas Hardy, do Reino Unido, conhecido pelo seu pessimismo (quero crer que não sentia o “espírito natalino”), certa vez escreveu: “A medida da vida deveria ser proporcional à intensidade da experiência mais do que à sua duração”. Eis que Jesus Cristo durou apenas 33 anos.
Vamos tentar um exercício para buscar o Espírito Natalino: neste Natal dê um único presente, que não seja clichê, a quem você tenha certeza que não espera. Observe o tamanho da felicidade de quem recebeu e espere um bom abraço de Feliz Natal!
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